sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Gangnam Style alcança 1 bilhão de visualizações

 21 de dezembro de 2012  15h19

Por Vinicius Felix

É o primeiro vídeo na história do Youtube a alcançar a marca; desde novembro é o clipe mais visto na história do site


SÃO PAULO –  O clipe da música “Gangnam Style”, do cantor sul-coreano Psy, é o primeiro vídeo na história do Youtube a alcançar a marca de 1 bilhão de visualizações. A marca foi atingida nesta sexta-feira, 21, considerando a versão oficial do vídeo, publicada em 15 de julho.

Desde novembro, o clipe já era o mais visto na história do site, ao superar o vídeo de “Baby” de Justin Bieber.


PSY - GANGNAM STYLE

+ de 1 bilhão e 60 milhões de visualizações quando postado

 

 

Justin Bieber - Baby ft. Ludacris 

  + de 815 milhões de visualizações


Produção do Vídeo GANGNAM  STYLE

Curioso, PSY se divertindo


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Novo sistema de ensino investe no tablet


No ano que vem, 150 escolas privadas adotarão o Uno, que chega de olho nas redes municipais


PAULO SALDAÑA , ENVIADO ESPECIAL , CIDADE DO MÉXICO -

 O Estado de S.Paulo   17 de dezembro de 2012 | 2h 03

A partir do ano que vem, 150 escolas particulares do Brasil vão iniciar as aulas com um novo sistema de ensino já presente em alguns países da América Latina. Ancorado no emprego de tablet, bilinguismo, capacitação de professores e avaliações, o sistema Uno Internacional, da Santillana, chega à rede privada brasileira com olhos bem atentos no gigantesco mercado de redes municipais.


O modelo foi desenvolvido no Brasil, mas adotado antes em outros países da região. Neste primeiro ano, estarão envolvidos 75 mil alunos de 150 escolas. Três prefeituras estão com a negociação avançada. "Temos um objetivo forte de chegar à rede pública. O antecedente em escolas particulares é importante", diz o diretor global da Uno Internacional, Pablo Doberti. 

No México, o Uno Internacional envolve 130 mil alunos de 420 escolas. E a ideia é chegar a 1 milhão na América Latina em 4 anos. Para começar a operar no Brasil, o Santillana investiu 22 milhões. O sistema tem parcerias com Apple, Discovery, Animal Planet e Unesco.

Disputa. Em um País com 5.565 municípios, a rede pública é vista com muito interesse pelas empresas de sistemas de ensino. Gigante no setor, a Pearson já trabalha com 150 municípios. "No Brasil, a área pública é um dos nossos vieses mais importantes. Além da competição, inovação e profissionalização serão as batalhas", diz o superintendente de Educação Básica da Pearson, Mekler Nunes. 

Pesquisa realizada pelo setor em 2011 mostrou que 44% das prefeituras paulistas adotavam algum sistema de ensino - os primeiros contratos de municípios com sistemas privados foram feitos em 1999 pelo Grupo COC, em cerca de 90 cidades. 

Cada município adota um sistema diferente. Alguns abandonam totalmente o uso dos livros didáticos distribuídos pelo governo federal. Outros usam as apostilas, mas mantêm os livros como complemento. 

Além disso, compras e aquisições impulsionaram a disputa. Há dois anos, numa batalha com a própria Santillana, a Abril Educação comprou o Grupo Anglo. Dias depois, a Pearson Education comprou parte do controle acionário do Sistema Educacional Brasileiro (SEB), controlador do COC, Pueri Domus, Dom Bosco e Name, numa operação de R$ 888 milhões. 

O Kroton, dono da Rede Pitágoras, com 226 mil alunos no ensino básico, também teve 50% do controle acionário vendido para o Advent, fundo financeiro internacional. Nesta área, restam dois grandes grupos brasileiros, o Positivo e o Objetivo. 

Experiência. O Uno Internacional é estruturado para o uso de projetores em vez de lousa, além dos tablets, com aplicativos, vídeos, jogos e textos. Todo o material didático é desenhado em cima das matrizes de habilidades e competências. Os coordenadores do Uno insistem que não é só colocar o tablet nas carteiras. A escola decide quantos aparelhos compra e se os utiliza em todas as aulas. 

A proposta é transformar a gestão para que se chegue a um estágio cada vez mais avançado de digitalização. Uma tentativa de diminuir a distância entre a escola e a imersão tecnológica na qual os jovens vivem.

Como a maioria dos sistemas de ensino, não está prevista alteração no currículo. O sistema também não prevê um modelo de ensino integral, que fica a cargo de cada escola. "Não adianta impor uma mudança e chegar a uma escola de forma experimental. O importante é ganhar escala", argumenta Doberti.

Nas salas de aula, a presença do equipamento e sua aplicabilidade parece conquistar os alunos. "Com o iPad é muito mais fácil. Acho que aprendo mais, é mais divertido", explica o estudante mexicano Isaac Garrido Morales, de 10 anos. Isaac é um dos 400 alunos da escola Green Valley, em Puebla, a 130 quilômetros da Cidade do México.

Na escola Green Hills, no bairro San Jerónimo, na Cidade do México, o professor de espanhol Hector Avila propôs que os alunos escrevessem um poema baseado em uma música. Depois deviam, no iPad, buscar imagens na internet que melhor representassem cada verso, musicar a composição e transformar tudo em um vídeo. 

O material seria encaminhado depois por e-mail para todos os colegas. "Todas as aulas mudaram, mas espanhol foi a que ficou melhor", diz Tamara Junqueira, de 14, já acostumada a usar seu tablet em casa.

Avila afirma que o caminho da tecnologia na sala de aula é inevitável. "É um instrumento dessa geração. Nós, professores, temos de nos adaptar a ele."
O educador Paulo André Cia, diretor do Colégio Arbos, no ABC Paulista, decidiu pela adoção do sistema por conta desse avanço tecnológico. "Com a possibilidade de usar iPad, a escola consegue desenvolver uma sala com ambiente digitalizado que permite o uso de aplicativo, e essa é a grande revolução", diz. 

Capacitação. Romper a resistência e o receio dos docentes com novas tecnologias e com a própria mudança faz parte do projeto. Professores e diretores são capacitados antes de começarem a usar o sistema e coordenadores regionais mantêm contato com a rede. Em janeiro, acontece a capacitação dos docentes em Brasília. "O treinamento é intensificado na implementação, mas o contato é permanente", explica a coordenadora do Uno, Teresa Álvarez Garcillán, espanhola que vive no México.

A professora Irma Orozco, de 45 anos, da escola Fundação Imka, no pobre bairro Tlahuac, também na capital mexicana, afirma que a preparação é o ponto-chave para ter sucesso na sala. "O principal é planejar a aula. Senão a gente perde o controle", diz ela. 

Na sala de aula, Irma explicava aos alunos de 12 anos a linguagem do rádio e sua função. No próprio tablet, eles encontravam o exercício e digitavam as respostas.

"No começo deu uma insegurança, porque eles são muito mais rápidos com essas coisas que a gente."


Sistema UNO. Soñadores que actúan. 

 

domingo, 25 de novembro de 2012

Photophone de Graham Bell



O Photophone (Fotofone), foi inventado por Alexander Graham Bell em conjunto com seu parceiro assistente Charles Sumner Tainter em 19 de fevereiro de 1880. Bell acreditava que o fotofone era sua mais importante invenção. O dispositivo permitiu que uma conversa telefônica fosse realizada através da luz. Em 3 de junho de 1880, Bell transmitiu a primeira mensagem telefônica no seu novo invento.
Photophone.jpg

Este artigo é sobre Alexander Graham Bell e Charles Sumner Tainter e o telefone óptico. Para a tecnologia som sobre filme olhe o verbete RCA Photophone


O photophone (também conhecido como um radiofone) é um dispositivo de telecomunicações, que permitiram a transmissão de voz sobre um feixe de luz. Foi inventado em conjunto por Alexander Graham Bell e seu assistente Charles Sumner Tainter em 19 de fevereiro de 1880, no laboratório Bell na rua 'L' nº 1325, em Washington, DC . Ambos mais tarde tornaram se sócios plenos no Laboratório Volta Association, criado e financiado por Bell.

Em 21 de junho de 1880, o assistente de Bell transmitiu uma mensagem de voz do telefone sem fio de distância considerável, a partir do telhado da Escola Franklin para a janela do laboratório de Bell, próximo de 213 metros (700 pés) de distância. 

Bell acreditava que o Photophone foi a sua mais importante invenção. Das 18 patentes concedidas em nome de Bell sozinho, e as 12 que compartilhou com seus colaboradores, quatro patentes foram para o Photophone, que Bell referia se como sua "maior conquista", escrevendo que o Photophone era "a maior invenção que [tinha] ​​ feita, maior do que o telefone "

O Photophone foi precursor dos sistemas de fibra óptica de comunicação que atingiram o uso popular em todo o mundo a partir dos anos 1980.  A patente mestre para o Photophone (Patente dos EUA 235.199 Aparelho para sinalização e comunicação, chamado Photophone), foi emitido em dezembro de 1880, muitas décadas antes de seus princípios passaram a ter aplicações práticas. 



Design 


A Invenção de Bell e Tainter baseou-se na descoberta das propriedades fotovoltaicas de certos materiais por A. E. Becquerel em 1839 . O Photophone usa  células cristalinas de selénio no ponto focal do seu receptor parabólico.  A resistência elétrica deste material varia inversamente com a iluminação caindo sobre ele, ou seja, a sua resistência é mais elevada quando é, no escuro, e inferior quando é exposto à luz. A ideia do Photophone foi assim para modular um feixe de luz: a iluminação resultante variação do receptor induziria uma resistência correspondente variação nas células de selénio, o qual foi então usado para regenerar os sons captados pelo receptor de telefone. As células de selénio no receptor parabólico tinha uma resistência eléctrica que varia entre 100 e 300 Ω (ohms).


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Ilustração de um transmissor Photophone, mostrando o caminho da luz reflectida, antes e depois de serem modulados 



A modulação do feixe de luz transmitida foi feito por um espelho feito a vibrar através da voz de uma pessoa: o espelho fino alternaria entre côncava e formas convexas, incidindo assim ou dispersar a luz proveniente da fonte luminosa. O Photophone funcionaram de forma semelhante ao telefone, exceto que o Photophone usa a luz modulada como um meio de transmissão de informação, enquanto o telefone dependia de um sinal modulado eléctrico realizado ao longo de um circuito de fios condutores.

Bell descreveu em seus escritos: 

 "Verificou-se que a forma mais simples de um aparelho para produzir o efeito (transmissor / modulador) é constituída por um plano de espelho de material flexível contra a parte de trás do que da voz do utilizador é dirigido. Sob a ação da voz o espelho se torna alternadamente convexas e côncavas e assim alternadamente dispersa e condensa a luz. "

Em seu discurso na Associação Americana para o Avanço da Ciência, em agosto de 1980, Bell deu crédito para a primeira demonstração de transmissão de voz pela luz a um A. C. Brown de Londres, no outono de 1878.  


 Primeiro sucesso de comunicação de voz  sem fio

File:Bells Photophon Schema.jpg
Um diagrama de um  Photophone de 1880 nos croquis de Bell 



Enquanto em lua de mel na Europa com sua noiva Mabel Hubbard, Bell provavelmente leu as propriedade recém descoberta de selênio com uma resistência variável quando postas em prática pela luz, em um artigo de Robert Sabine como publicado na revista Nature em 25 de Abril de 1878. Nas suas experiências, Sabine utilizado um medidor para ver os efeitos da atuação luz sobre selênio ligado num circuito de uma bateria. No entanto Bell fundamentado que adicionando um receptor de telefone para o mesmo circuito que ele seria capaz de ouvir o que Sabine só poderia ver. 

Como ex-associado de Bell, Thomas Watson, foi totalmente ocupado como a superintendência de produção para a nascente Companhia Bell Telephone, de volta a Boston, Massachusetts, Bell contratou Charles Sumner Tainter, um fabricante de instrumentos que já havia sido designado para os Estados Unidos "para a comissão do Trânsito de Vênus em 1874, para seu novo laboratório da rua 'L" em Washington, à taxa de $ 15 por semana.

Em Fevereiro de 1880, o par conseguiu fazer um Photophone funcional no seu novo laboratório anexando um conjunto de grades metálicas de um diafragma, com um feixe de luz a ser interrompido pelo movimento grades em resposta a sons de voz. Quando o feixe de luz modulada caiu sobre seu receptor de selênio, Bell foi capaz de ouvir claramente Tainter  cantando Auld Lang Syne  em seus fones de ouvido.

Em 01 de abril de 1880 em Washington, DC, Bell e Tainter comunica o experimento de cerca de 79 metros ao longo de um corredor para a janela traseira do laboratório. Então, alguns meses depois, em 21 de junho, eles conseguiram se comunicar claramente a uma distância de cerca de 213 metros (cerca de 700 pés), usando a luz solar simples como sua fonte de luz, a iluminação elétrica prática, tendo sido inventado por Edison. O transmissor nas suas experiências posteriores tinham luz refletida para fora da superfície de um espelho muito fina posicionada na extremidade de um tubo de voz, como palavras foram ditas causam o espelho para oscilar entre convexa e côncava, alterando a quantidade de luz reflectida a partir da sua superfície para o receptor. Tainter, que estava no telhado da Escola Franklin, falou a Bell, que estava em seu laboratório e escuta o que sinalizou de volta para Tainter acenando seu chapéu vigorosamente a partir da janela, como havia sido solicitado.

Ilustração de um receptor photophone, que descreve a conversão de luz modulada para o som, bem como a sua fonte de energia eléctrica (P)

 O receptor foi um espelho parabólico com células de selênio em seu ponto focal.  Realizado a partir do telhado da Escola Franklin do laboratório de Bell na rua 'L' 1325 ; esta foi a comunicação no mundo do primeiro telefone formal sem fio (longe de seu laboratório), tornando assim o mais antigo photophone radiofone conhecido do mundo e sistemas de telefone sem fio, pelo menos 19 anos à frente das primeiras transmissões de rádio falado. Antes, Bell e Tainter haviam concluído suas investigações, a fim de avançar para o desenvolvimento do Graphophone, eles tinham inventado cerca de 50 diferentes métodos de feixes de luz de modulação e demodulação para telefonia óptica. 



Recepção e adoção

O telefone ainda era uma novidade, e rádio estava a décadas de distância da comercialização. A reticência social a forma futurista do Photophone de comunicação era palpável, como pode ser percebido em comentário do Nova York Times, em 1880   :  


"O homem comum ... encontra-se uma dificuldade em compreender como raios solares estão a ser utilizados. O professor de Bell pretende conectar Boston e Cambridge ... com uma linha de raios de sol pendurado em postes telegráficos, e, em caso afirmativo, qual diâmetro são os raios de sol para ser .... [e] vai ser necessário isolá-los contra o tempo ... até que (o público) vê um homem a atravessar as ruas com uma bobina de n º 12 raios de sol em seu ombro, e suspendendo de pólo a pólo, haverá um sentimento geral de que há algo sobre photophone do Professor Bell que coloca uma tremenda pressão sobre a credulidade humana. "

No entanto, no momento de sua descoberta fevereiro 1880, Bell estava imensamente orgulhoso do feito, até o ponto que ele queria colocar o nome de sua segunda filha de "Photophone", que foi sutilmente desencorajado por sua esposa Mabel Bell (que em vez escolheu Marian, e Daisy como seu apelido). Ele escreveu um pouco em êxtase:

"Eu ouvi a fala articulada pela luz solar! Eu ouvi um raio de sol e tosse rir e cantar! ... Eu tenho sido capaz de ouvir uma sombra e não tenho sequer percebido pelo ouvido a passagem de uma nuvem através do disco do sol. Você é o avô do Photophone e quero compartilhar a minha alegria com o meu sucesso. "
Alexander Graham Bell, em uma carta a seu pai, Alexander Melville Bell, datado de 26 de fevereiro, 1880

Bell transferiu os direitos do Photophone para a empresa americana Bell Telephone em maio 1880. Enquanto Bell esperava que seu Photophone poderia ser usado por navios no mar e também para substituir a infinidade de linhas telefônicas que estavam florescendo ao longo de avenidas movimentadas da cidade, seu projeto falhou em proteger suas transmissões de interferências exteriores, tais como nuvens, nevoeiro, chuva, neve e tal, que poderia facilmente interromper a transmissão de luz. Fatores como o clima e a falta de luz inibiu o uso da invenção de Bell. Não muito tempo depois de seus laboratórios de invenção no sistema de Bell continuou a melhorar o Photophone na esperança de que ele poderia complementar ou substituir caras linhas telefônicas convencionais. Mais cedo o seu uso não experimental veio com sistemas de comunicações militares durante a Primeira Guerra Mundial e 2ª Guerra, sua principal vantagem é que sua luz baseados em transmissões não pode ser interceptado pelo inimigo.

Bell ponderou o possível uso do Photophone científico na análise espectral de fontes de luz artificial, nas estrelas e nas manchas solares. Mais tarde, ele também especulou sobre os possíveis aplicações futuras, embora ele não antecipou a telecomunicações a laser ou de fibra óptica;

"Pode imaginar o que a imaginação do futuro desta invenção é para ser! .... Podemos falar por luz visível a qualquer distância, sem qualquer fio condutor .... Na ciência em geral, as descobertas será fazer pelo Photophone que são inimagináveis ​​agora."



 Maior desenvolvimento


Embora os pesquisadores da Bell Telephone fez várias modestas melhorias incrementais sobre os projeto de Bell e Tainter, desenvolvimento do Photophone foi amplamente experimentados pelos germanicos e austríacos no começo da virada do século 20. A Companhia Alemã Siemens & Halske aumentou sua gama atual, utilizando lâmpadas moduladas  de arco de carbono que proporcionou um alcance útil de aproximadamente 8 quilômetros (5,0 milhas). Eles produziram unidades comercialmente para a marinha alemã, que foram posteriormente adaptados para aumentar a sua gama de 11 km (6,8 milhas) usando holofotes voz modulada de navios.

Pesquisa do almirantado britânico durante primeira Guerra mundial resultou no desenvolvimento de um modulador por espelho vibratório em 1916. Mais células sensíveis do recepção através de molibdenita, que também teve uma maior sensibilidade para radiação infravermelha, substituiu as células mais velhas de selênio em 1917.

Em 1935 a companhia Alemã Carl Zeiss começou a produzir Photophones de infra-vermelhos para batalhões de tanque do exército alemão, empregando lâmpadas de tungstênio com infra-vermelho, que eram filtros modulado por espelhos ou prismas vibrando. Estes receptores também utilizados que empregados de células de sulfureto de chumbo e amplificadores, aumentando sua gama de 14 km (8,7 milhas) em condições ideais. Os exércitos japoneses e italianos também tentaram desenvolvimento similar de telecomunicações por onda de luz

Laboratórios militares, incluindo os dos Estados Unidos, continuaram as Pesquisas & Desenvolvimentoso para esforços no Photophone em 1950, experimentando com lâmpadas de alta pressão de arco de mercúrio entre 500 e 2000 watts de potência.

 Comemorações


Cerimônia Escola Franklin em 1947

Em 3 de março de 1947, no centenário de nascimento de Alexander Graham Bell, os Pioneiros Telefone da América dedicou um marco histórico na lateral de um dos prédios, a Escola Franklin, que Bell e Sumner Tainter utilizaram para o seu primeiro julgamento formal, envolvendo um considerável distância. Tainter tinha estado originalmente no telhado do prédio da escola e transmitia para a Bell na janela de seu laboratório. A placa, que não reconheceu as contribuições científicas e de engenharia de Tainter, leia:




 Do último andar deste edifício
Foi enviado em 3 de junho de 1880
Sobre um feixe de luz para a rua 'L" nº 1325 
A mensagem do primeiro telefone sem fio
na história do mundo.
O aparelho utilizado no envio da mensagem 
foi o Photophone inventado por
ALEXANDER GRAHAM BELL
Inventor do telefone
Esta placa foi colocada aqui para
 ALEXANDER GRAHAM BELL
PIONEIROS DO TELEFONE DA AMÉRICA
03 de março de 1947
no centenário de nascimento do Dr. BELL



 Uma imagem de placa de bronze escurecido histórica com uma raia de corrosão verde que corre para baixo, montado no lado exterior de um edifício de tijolos. Uma chapa de histórico no lado da Escola Franklin, em Washington, DC, que marca um dos pontos a partir dos quais o Photophone foi demonstrada





1980 a comemoração do centenário


Em 19 de fevereiro de 1980, exatamente 100 anos depois no dia da transmissão do primeiro 
photophone de Bell e de Tainter em seu laboratório pessoal, no Instituto  Smithsonian, o National Geographic Society e a AT & T e os Laboratório Bell  se reuniram no local do antigo Laboratório Bell na Rua 'L' nº 1325 no laboratório Volta, em Washington, DC, para uma comemoração do evento.

A comemoração do Centenário do Photophone tinha sido previamente proposto pela
pesquisador eletrônico e escritor Forrest M. Mims, que sugeriu ao Dr. Melville Bell Grosvenor, neto do inventor, durante uma visita a seu escritório na National Geographic Society. O agrupamento histórico observou mais tarde o centenário da primeira transmissão bem sucedida do photophone do laboratório; usando um Photophone para demonstração feito a mão por Mims, que funcionava semelhante ao modelo Bell e Tainter.

Mims também construiu e forneceu um par de modernos transceptores portáteis a LED movidos a bateria conectadas por 100 jardas (91 m) de fibra óptica. Richard Gundlach dos Laboratório Bell e Elliot
Sivowitch do Smithsonian  usaram o dispositivo na comemoração de demonstração aos descendentes dos modernos Photophone. A National Geographic Society também montou uma exposição especial de educação no seu Hall Explorer, destacando a invenção do photophone com itens originais emprestado do Instituto Smithsonian. 

Traduzido do wikipédia em inglês usando google translate 





    Ver também


Ajude - nos a melhorar os verbetes sobre Fotônica do wikipédia em Português  

 

 

Photophone - AT&T Archives: Lightwave 

  Use as legenda em inglês para compreender melhor o audio

 

The Photophone 




sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Economia dos aplicativos ou APP

App Economy
Inside The App Economy: Mark Pincus, fundador da Zynga, empresa por trás do popular 
“FarmVille”


 A edição dessa semana 22 outubro 2009 da Business Week traz uma excelente matéria sobre o que chamam de “A economia dos aplicativos”, inexistente há apenas dois anos. De jogos tolos e pedaços minúsculos de código, na maior parte do tempo, sem utilidade, os aplicativos para celulares e redes sociais geram hoje fortunas para o seus empreendedores.

Com cerca de 100.000 softwares criados, grande parte na App Store da Apple, a economia dos aplicativos tornou-se um negócio altamente lucrativo para startups como Zynga, Playfish e Playdom. Além da atenção de investidores, as três companhias, juntas, geram um valor estimado em 300 milhões de dólares anuais com a venda de bugigangas digitais.
A receita é simples: conquiste muitos usuários com diversão gratuita, incentive a viralização natural, e venda itens digitais para permitir que os jogadores subam de nível. E acredite: qualquer jogador é obcecado por níveis.


FarmVille e Mafia Wars
 “FarmVille” (61 milhões de usuários) e “Mafia Wars” (25.8 milhões), os mais populares apps no Facebook.


O mais popular nessa linha de jogo social é o “FarmVille”, da Zynga, que já tem 20 aplicativos do mesmo tipo lançados. No último mês foram cerca de 60 milhões de jogadores em busca de ter a fazenda mais próspera do Facebook. A matéria da BW ainda brinca: “Existem 20 vezes mais pessoas nos campos virtuais de FarmVille do que nas fazendas reais dos Estados Unidos.”

Esses números dão a Zynga um status de jovem Google, tanto em crescimento como na atmosfera proporcionada aos funcionários: chefs contratados para servir duas refeições ao dia, assim ninguém precisa perder tempo saindo na rua em busca de almoço, por exemplo.

Cada produto da Zynga, que eles próprios preferem chamar de serviço, serve como laboratório de teste para novas ideias. Todo e qualquer clique dentro dos aplicativos são registrados, o que permite aos desenvolvedores perceberem o impacto de cada pequena mudança. Quando começaram a vender sementes de batata-doce digitais em “FarmVille”, por U$ 5 o “pacote”, ganharam 400 mil dólares em três dias.

Pet Society Restaurant City
“Pet Society” (20.5 milhões de usuários) e “Restaurant City” (17.3 milhões), desenvolvidos pela londrina Playfish.


Outra maneira de conseguir as moedas de troca virtuais, além de acabar com o limite do cartão de crédito, é participar de ações de empresas parceiras de “FarmVille”, como instalar a toolbar de determinado site ou se cadastrar em outro.


É também da Zynga outro popular aplicativo de Facebook, “Mafia Wars”. Certamente você já recebeu dezenas de convites de amigos para participar da disputa virtual de gangsters. Já “Café World”, lançado recentemente, arrebatou 16 milhões de usuários nas duas primeiras semanas de existência (atualmente está com 24 milhões).

App Store
App Store: Mais de 85 mil aplicativos para iPhone e iPod Touch



 A londrina Playfish é dona dos apps “Pet Society” (20.5 milhões de usuários) e “Restaurant City” (17.3 milhões). A estimativa da empresa, com rumores de que será comprada pela gigante Electronic Arts, é arrecadar 75 milhões de dólares ao ano.


A Playdom, de Mountain View, California, criou “Mobsters” (14 milhões de usuários), “Bumper Stickers” (11.7 milhões), “Own Your Friends” (10.1 milhões), entre outros. Esses três exemplos são para MySpace.


Fazer dinheiro com bens digitais não é nenhuma novidade, a internet e o universo dos games contam com dezenas de exemplos de conteúdo sendo vendido por um punhado de dólares. E não estou falando de jogos on demand, expansões para games high-end, canções para jogos musicais, etc, e sim de objetos com custo quase zero de produção. A grande diferença, agora, é que as possibilidades nunca foram tão amplas, sociais e lucrativas.

Brain Storm

Carlos Merigo@cmerigo  

26 outubro 2009 



Click e assista aos vídeos
 
TV Estadão Mercado brasileiro de aplicativos 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

2015 Ano Internacional da Luz e da Fotônica


Ano Internacional da Luz em 2015 para celebrar 'Revolução Fotônica'




24 de outubro de 2012

O arco-íris ocupa um lugar central nas culturas de todo o mundo, mas sua beleza é ainda maior quando a ciência subjacente explica sua origem é apreciado - o que torna a escolha natural como um símbolo para o Ano Internacional da Luz,  observe o prosprecto da iniciativa



Bellingham, Washington, EUA - Uma proposta para estabelecer 2015 como o Ano Internacional da Luz ( IYOL - Internacional Years Of Light ) e aumentar a conscientização sobre o papel vital  das tecnologias baseadas na luz a desempenhar a condução da indústria e melhorar a vida tem recebido o apoio entusiástico do Conselho Executivo da UNESCO.

A proposta foi apresentada ao conselho da UNESCO na semana passada pelo  Companheiro Paul Buah-Bassuah da SPIE (Centro de Laser e Fibra Óptica da Universidade de Cape Coast) de Gana e representantes do México, da Federação Russa, e Nova Zelândia em nome de uma parceria global de mais de 40 sociedades científicas, academias e outras instituições, em colaboração com a UNESCO Internacional de Ciências Básicas do Programa (IBSP). SPIE, a "Sociedade Internacional de Óptica e Fotônica", é um membro da parceria.

A iniciativa IYOL - Ano Internacional da Luz está em desenvolvimento desde 2009, sob a liderança das Sociedades Europeias e de Física Africano . Com o apoio da UNESCO, os organizadores irá delinear actividades para 2015, juntamente com um pedido formal à Assembléia Geral das Nações Unidas.

"A ciência e a tecnologia de luz revolucionaram a medicina, abriram comunicação internacional através da Internet, e são fundamentais para que liguem os aspectos culturais, econômicos e políticos da sociedade global", disse Buah-Bassuah ao conselho. "Os avanços da ciência e da tecnologia de luz são cruciais para o desenvolvimento sustentável, preservação do património cultural, e as mudanças climáticas."

John Dudley presidente eleito da Sociedade Européia de Fisica (Université de Franche-Comté) elogiou o nível de envolvimento da SPIE e apoio no avanço da iniciativa, e disse que as atividades foram essenciais para o sucesso da iniciativa com a UNESCO.

"Com esta ação, junto a UNESCO na defesa da profunda importância da luz em cada faceta da vida", disse Eugene Arthurs - Diretor Executivo da SPIE - Sociedade Internacional de Óptica e Fotônica. A SPIE está trabalhando continuamente para aumentar a consciência da tecnologia fotônica, que cria muitos empregos de alto valor, suas inúmeras aplicações que já revolucionaram nosso mundo, e as futuras aplicações que vão resolver os problemas prementes em comunicações, saúde, alimentação e gestão da fonte de água, e outras áreas vitais. "

Arthurs cita como exemplos a iluminação mais barata movido a energia solar de estado sólido que veio substituir o querosene tóxico para uso interno em algumas regiões em desenvolvimento, sensoriamento remoto a partir do espaço que acompanha a saúde de culturas, grandes tempestades, e as fontes de água subterrânea, e os exames não invasivo na triagem de crianças lactentes com risco de vida ou problemas respiratórios e digestivos.


 Arthurs faz parte do conselho consultivo internacional para a Comissão de Coordenação do IYOL - Ano Internacional da Luz junto com o Presidente Eustace Dereniak (Universidade do Arizona) da SPIE , Ex-Presidente Imediato SPIE Katarina Svanberg (Lund University Hospital), e o membro da SPIE Maria Calvo (Universidad Complutense de Madrid). Angela Guzman (Florida Atlantic University) membro da SPIE e companheiro da  SPIE, Chris Dainty (Universidade Nacional da Irlanda) servem no comitê de direção.

SPIE é a sociedade internacional para óptica e fotônica, uma organização sem fins lucrativos fundada em 1955 para promover tecnologias baseadas na luz. A Sociedade atende a cerca de 225 mil eleitores de cerca de 150 países, oferecendo conferências, educação continuada, livros, revistas e uma biblioteca digital de apoio à troca de informação interdisciplinar, crescimento profissional, e precedentes patente. SPIE forneceu mais de $ 2,7 milhões em apoio a programas de educação e divulgação em 2011.

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Contato de Mídia:
Amy Nelson
Gerente de Relações Públicas, da SPIE
  +1 360 685 5478
amy@spie.org
@ SPIEtweets




Faça Download do folheto em Inglẽs da proposta de 2015 Ano Internacional da Luz no link abaixo:




International Year of Light in 2015 to celebrate photonics-driven ‘revolution’




24 October 2012


The rainbow occupies a central place in cultures throughout the world, yet its beauty is even greater when the underlying science explaining its origin is appreciated -- making it a natural choice as a symbol for the International Year of Light, notes the initiative's prospectus (source of the photo above).



BELLINGHAM, Washington, USA -- A proposal to establish 2015 as the International Year of Light and raise awareness of the vital role light-based technologies play in driving industry and enhancing life has received enthusiastic support from the UNESCO Executive Board.

The proposal was introduced to the UNESCO board last week by SPIE Fellow Paul Buah-Bassuah (Laser and Fibre Optics Centre, University of Cape Coast) of Ghana and representatives from Mexico, the Russian Federation, and New Zealand on behalf of a global partnership of more than 40 scientific societies, academies, and other institutions, in collaboration with the UNESCO International Basic Sciences Programme (IBSP). SPIE, the international society for optics and photonics, is a member of the partnership.

The IYOL initiative has been in development since 2009 under the leadership of the European and African Physical Societies. With the UNESCO endorsement, organizers will outline activities for 2015 along with a formal request to the United Nations General Assembly.

"The science and technology of light have revolutionized medicine, have opened up international communication via the Internet, and are central to linking cultural, economic and political aspects of global society," Buah-Bassuah told the board. "Advances in light science and technology are crucial for sustainable development, preserving cultural heritage, and addressing climate change. "

European Physical Society President-Elect John Dudley (Université de Franche-Comté) praised SPIE's level of involvement and support in advancing the initiative, and said its activities were essential to the initiative's success with UNESCO.

"Through this action, UNESCO has joined in advocacy of the profound importance of light in every facet of life," said SPIE Executive Director Eugene Arthurs. "SPIE is continually working to raise awareness of photonics technology, the many high-value jobs it creates, its numerous applications that already have revolutionized our world, and future applications that will solve pressing problems in communications, healthcare, food and water source management, and other vital areas."

Arthurs cited as examples the inexpensive solar-powered solid-state lighting that has replaced toxic kerosene for indoor use in some developing regions, remote sensing from space that tracks crop health, major storms, and underground water sources, and non-invasive screening of infants for life-threatening breathing or digestive conditions.

Arthurs serves on the international advisory board for the IYOL Steering Committee along with SPIE President Eustace Dereniak (University of Arizona), SPIE Immediate Past President Katarina Svanberg (Lund University Hospital), and SPIE Fellow Maria Calvo (Universidad Complutense de Madrid). SPIE Member Angela Guzman (Florida Atlantic University) and SPIE Fellow Chris Dainty (National University of Ireland) serve on the steering committee.

SPIE is the international society for optics and photonics, a not-for-profit organization founded in 1955 to advance light-based technologies. The Society serves nearly 225,000 constituents from approximately 150 countries, offering conferences, continuing education, books, journals, and a digital library in support of interdisciplinary information exchange, professional growth, and patent precedent. SPIE provided over $2.7 million in support of education and outreach programs in 2011.

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